2° dia do evento “Para além dos 200 anos”

Para iniciar o último dia de palestras em comemoração aos 200 anos da cidade de Nova Friburgo, ocorreu a primeira mesa redonda cujo tema foi “CEDERJ: história em Nova Friburgo”. Os participantes dessa discussão foram a Profa. Fátima Kzam, o Prof. Manoel Espedito Silva e os ex-alunos do Polo, Perla Alves e Gerbson Brandão.

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Figura 1: Primeira mesa redonda: “CEDERJ: história em Nova Friburgo”. Com os participantes: Profa. Fátima Kzam, o Prof. Manoel Espedito Silva, os ex-alunos do Polo, Perla Alves e Gerbson Brandão e a mediadora do debate Rosali Zavoli 

A convidada Fátima Kzam, que já participou da Direção do CEDERJ, trouxe alguns relatos sobre a história do Polo, que começou,em 2003, no Campus da UERJ(Universidade do Estado do Rio de Janeiro), em Nova Friburgo, o IPRJ, com o curso de Pedagogia para as séries iniciais. Em 2006 institucionalizou-se o curso de Licenciatura em Biologia e, em 2008, a Licenciatura em Pedagogia. Todos os cursos eram diplomados pela UERJ. Com as chuvas que ocorreram em 2007, o espaço físico do IPRJ foi afetado e, com isso, o CEDERJ passou a funcionar no C.E. Jamil EL Jaick por um semestre. Já as chuvas de 2011 impossibilitaram a volta para o Campus do IPRJ, que foi totalmente desalojado. Depois desse evento catastrófico, as atividades do CEDERJ passaram a ser desenvolvidas em duas escolas públicas: o C.E Dr. João Bazet e E.M Dante Magliano. Só no ano seguinte o CEDERJ se estabeleceu no CIEP Licínio Teixeira, em Olaria, e, com o decorrer dos anos, houve a inserção de outros cursos, como: Licenciatura em Geografia – UERJ, Licenciatura em Letras– UFF (Universidade Federal Fluminense), Licenciatura em Química – UENF(Universidade Estadual do Norte Fluminense) e o curso de Tecnólogo em Segurança Pública – UFF.

O Prof Manoel Espedito explicitou alguns pontos sobre o PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência). Esse programa, através da CAPES, oferece bolsas aos alunos dos cursos de licenciatura que se dedicam aos estágios nas escolas públicas. Desta forma, o PIBID promovia a interação entre os estudantes universitários e a educação básica. A proposta do projeto, em Nova Friburgo, era interdisciplinar, com objetivo de integrar as atividades dos cursos de licenciatura em Ciências Biológicas, Pedagogia e Geografia. Atualmente o PIBID sofreu uma reestruturação pelo MEC.

Os ex-alunos Perla Alves e Gerbson Brandão contaram sobre a história de cada um no CEDERJ e o êxito profissional que obtiveram. O discurso do Gerbson foi inspirador e motivador, pois relatou as dificuldades com a cegueira, e a superação para o alcance dos seus objetivos.

Após o intervalo, ocorreu a segunda mesa de debates cujo tema foi referente às pedagogias diferenciadas que estão inseridas no ensino Público em Nova Friburgo.

A Profa Jaqueline de Moraes Thurler Dália trouxe informações sobre a pedagogia da alternância, na qual ela trabalhou durante oito anos no CEFFA CEA Rei Alberto I (Ibelga). Essa metodologia foi proposta nas áreas rurais, para que os alunos pudessem mesclar períodos de ficar na escola e outros em casa ajudando os pais com as tarefas. Essa divisão de quanto tempo o aluno vai ficar longe de casa ou da escola vai depender da realidade local. No Ibelga, por exemplo, esse intervalo é de uma semana, e os alunos não ficam internos na escola. Esses têm as disciplinas regulares do currículo do Ensino Fundamental e do Médio, além de outras voltadas à agropecuária. Quando retornam para casa, devem desenvolver projetos e aplicar as técnicas que aprenderam em hortas, pomares e criações. Essa sistematização funciona com diversas ferramentas diferenciadas para que o processo ensino-aprendizagem tenha êxito.

A Profa Talita Melone explicitou sobre a pedagogia Waldorf que funciona de uma maneira totalmente diferenciada, longe de todo o padrão estabelecido para as escolas de ensino tradicional. Essa metodologia procura integrar de maneira holística o desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e artístico dos alunos. O objetivo é formar indivíduos livres, sociáveis, transmitir valores que estão se perdendo. O foco é a educação humana. Portanto, os alunos não são divididos por turmas, todos estudam e aprendem juntos, transmitindo conhecimento. Os professores são vistos como mediadores e não como os únicos detentores do saber.

A Profa Sandra Graça falou sobre a Escola da Educação e dos Valores Humanos. Essa pedagogia consiste em edificar o caráter do aluno através de reflexões, estudos, exercícios e da prática dos valores humanos, desde sua primeira infância, continuando a trabalhá-los até a sua vida profissional, e assim formas indivíduos equilibrados, competentes e harmoniosos. Os valores humanos são trabalhados de forma interativa, por meio de gincanas, histórias e poemas. O objetivo é que os alunos aprendam a trabalhar em equipe.

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Figura 2: Segunda mesa de debates “Pedagogias diferenciadas que estão inseridas no ensino Público em Nova Friburgo”. Com os participantes: Profa Jaqueline de Moraes Thurler Dália, A Profa Talita Melone, A Profa Sandra Graça  e a mediadora do debate Ana Paula Louback.

Dando continuidade às atividades, houve a terceira mesa redonda que discutiu as contribuições da literatura para a construção de novas narrativas friburguenses. O Prof. George dos Santos Pacheco, representante da Academia Friburguense de Letras, trouxe o significado da palavra literatura, e relatou, resumidamente,a história da Literatura no município de Nova Friburgo. A convidada Maria Fernanda Macedo falou um pouco sobre a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty). E, para concluir o debate, a Convidada Anabelle L. Considera trouxe relatos sobre o desenvolvimento da literatura em Nova Friburgo, trazendo algumas obras de escritores friburguenses e contanto as experiências de Machado de Assis, Euclides da Cunha, Carlos Drummound de Andrade, José Guilherme de Araujo Jorge e muitos outros autores que moraram durante um tempo no município de Nova Friburgo, e que depois escreveram poemas e crônicas sobre a região.

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Figura 3: Terceira mesa redonda referente ao tema “Contribuições da literatura para a construção de novas narrativas friburguenses”, com os convidados: Profa Anabelle L, Maria Fernanda Macedo, George dos Santos Pacheco e a mediadora do debate Jaqueline Dália.

Para encerrar o evento, houve a última mesa de discussão, que trouxe abordagens sobre a perspectiva da gestão de resíduos nos próximos 200 anos, na cidade de Nova Friburgo. O Prof.Maycon Saviole relatou sobre o aterro sanitário presente na cidade de Nova Friburgo, que a empresa responsável, EBMA, diz ter, mas não disponibiliza para a população nenhuma informação sobre o seu funcionamento. A Profa Ana Cristina Fontes Moreira trouxe relatos sobre os impactos que o descarte incorreto do lixo pode causar ao meio ambiente, explicitando de forma mais descritiva sobre o lixo gerado pelas indústrias têxteis que estão mais concentradas na cidade de Nova Friburgo. E, para concluir o debate, o convidado Rodrigo de Oliveira Macedo, pesquisador e designer em sustentabilidade, falou sobre a responsabilidade de cada um em preservar o meio ambiente, gerando menos lixo.

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Figura 4: Última mesa de discussão “Perspectiva da gestão de resíduos nos próximos 200 anos”, com os convidados: Rodrigo de Oliveira Macedo, Profa Ana Cristina Fontes Moreira, por mediação de Maycon Saviole.

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Projeto “Viver Jardim” por Clarisse Tolledo Lugon

A aluna do curso Licenciatura em Ciências Biológicas Clarisse Tolledo Lugon, faz parte do projeto “Viver Jardim”, de acordo com a estudante o projeto aborda a Educação Ambiental de forma integrada ao Ensino-Pesquisa-Extensão colocando os estudantes como protagonistas no cultivo das plantas ornamentais e seus conhecimentos que se estendem da jardinagem à biologia. Em agosto de 2017 surgiu o Projeto Viver Jardim, atividade ligada ao projeto de extensão realizado no Polo de Educação a Distância de Nova Friburgo, envolvendo os estudantes do curso semipresencial de Licenciatura em Ciências Biológicas. A criação do jardim se iniciou a partir de um “biodesafio” proposto pelo tutor coordenador do curso Maycon Saviole, para os calouros da turma que ingressava no primeiro semestre de 2017 e posteriormente, se tornou uma atividade de ensino-pesquisa-extensão. Um jardim tem papel importante, muda a vida de quem está à sua volta, pode ser experimentado, vivenciado passeando por ele, observando o desenvolvimento das espécies que ali estão, palpitando nas mudas e estacas, sensibilizando e educando os que transitam por ele a enxerga-lo como um ser de vida própria, uma manifestação da natureza na Universidade. A chave para a educação ambiental é a sensibilização para as outras formas de vida do planeta que dão origem a preservação do espaço.

OViver Jardim se inspirou em atividades extensionistas realizadas também no Polo, como o Recicla Solo que criou um minhocário para dar destino aos resíduos alimentares e a Horta Acadêmica, que serviu de “laboratório” para a um trabalho monográfico de conclusão de curso (PEREIRA, 2016) e que foi abraçada por outros estudantes e demais interessados pela produção de hortaliças orgânicas (sem a utilização de insumos agrícolas). A jardinagem, em seu sentido mais amplo, artístico, estético, e inclusivo, se torna uma grande aliada ao equilíbrio da vida. Podemos observar enriquecimento da diversidade biológica, aumento da quantidade de insetos, melhoria do microclima e a possibilidade de usufruir do espaço, em aulas de botânica utiliza-se o jardim para retirada de exemplares vegetais e de fungos para observação nas aulas. O Viver Jardim ajudou a reunir estudantes com interesses nas plantas e em melhorar o espaço da faculdade, apropriando-se dele.

Recebemos doações de vasos de plantas, mudas, plantas, bancos, materiais de demolição, janelas antigas e demais objetos para que possamos decorar e enfeitar o local.

Agradecimentos as doações recebidas da aluna Leila Busi, do Horto Nogueira, Horto Terra Viva Plantas e da Loja Belas Artes diretamente para o Projeto Viver Jardim.

Email para contato: clarissetolledo@gmail.com

 

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1° dia do evento “Para além dos 200 anos”

No último sábado, dia 07 de abril de 2018, ocorreu no Polo CEDERJ de Nova Friburgo, o primeiro dia da Jornada Acadêmica.

Ás 8 horas houve a mesa de abertura com os representantes de algumas instituições de ensino friburguenses, dentre eles o Prof. Bernardo Peralva, do IPRJ (Instituto Politécnico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro); a historiadora Maria Ana Quaglino, da Fundação D. João VI; Marcelo Verly, da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação; Vinícius Pascoal, da UFF (Universidade Federal Fluminense), o ex Aluno do CEDERJ que ganhou em primeiro lugar o prêmio Schell de educação científica de 2017, Edevaldo Silva, e a diretora do Polo CEDERJ, Profa Rosali Zavoli, como mediadora do debate, cujo tema era: “Pesquisa, educação e História em Nova Friburgo”.

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Figura 2 : Mesa da abertura, com os representantes das instituições de ensino: Prof. Bernardo Peralva, do IPRJ (Instituto Politécnico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro); a historiadora Maria Ana Quaglino, da Fundação D. João VI; Marcelo Verly, da Secretaria Municipal de Ciência, Tcnologia e Inovação; Vinícius Pascoal, da UFF (Universidade Federal Fluminense), o ex Aluno do CEDERJ Edevaldo Silva, e a diretora do Polo CEDERJ, Profa Rosali Zavoli.

A partir das 10 horas da manhã, teve início a mesa redonda “Pensando a intervenção militar sob a perspectiva de território e segurança pública”. O professor Artur Faustino falou acerca da definição de território sob o ponto de vista da Geografia, trazendo abordagens sobre dominação e apropriação. A professora Érika G. Ferreira relatou a pesquisa que realizou com os agentes de segurança pública do município de Nova Friburgo e expôs dados sobre a criminalização na região. O antropólogo Marcos Veríssimo contou um pouco sobre a sua pesquisa nas bocas de fumo da Metrópole do Rio de Janeiro, pontuando questões de segurança pública e tráfico de drogas. Após a fala de cada um dos convidados, houve abertura para perguntas e todo o debate foi enriquecedor.

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Figura 3: Registro da mesa redonda ““Pensando a intervenção militar sob a perspectiva de território e segurança pública”. Com a participação dos convidados: Prof Artur Faustino, Profa Érika G. Ferreira, antropólogo Marcos Veríssimo e Prof Gabriel Frazão como mediador.

No período de 11h30min da manha ás 13 horas houve a exposição dos Banners:

  • “Memórias de vidas no campo: A Revolução Verde e as transformações nas “Artes de fazer e conviver” dos trabalhadores de bairros rurais da Serra Fluminense (Nova Friburgo e Sumidouro) (1950-2000).”
  • “Ciência e cultura também são feitas a distância: a experiência de um projeto de extensão.”
  • “O centro de memória, pesquisa e documentação de Cantagalo e a preservação e divulgação das fontes manuscritas do Vale do Paraíba Fluminense.”
  • “O Blog do Polo EAD de Nova Friburgo/RJ: um relato de experiência.”
  • “Tabela periódica interativa: Uma nova maneira de aprender/ensinar Ciências”
  • “Ciência em Jogo.”
  • “Contos Mitológicos no ensino da Astronomia: trabalhando com recursos lúdicos no ensino médio.”
  • “A utilização de experimentos no ensino de Ciências: despertando o interesse pela química.”
  • “Mapeando os cursos de licenciatura semipresenciais da UERJ e suas redes.”
  • “A descoberta do corpo humano: experienciais no contexto do PIBID.”
  • “Produção, circulação e consumo da moda em Nova Friburgo (1920 – 1951).” 

Após a exposição dos banners houve a terceira mesa discutindo as questões de trabalho em Nova Friburgo. O professor Rodrigo Martins Marreto discutiu sobre a escravidão no município de Nova Friburgo durante o período colonial no século XIX. Ele desmitificou as abordagens do município ter sido constituído longe do trabalho escravo, usou censos regionais e relatórios dos presidentes das províncias para comprovar sua tese. Por conseguinte, a Profa Sônia Regina Rebel trouxe uma perspectiva histórica sobre o trabalho da mulher no município de Nova Friburgo, pontuando importantes questões de discriminação que as mulheres sofriam sendo consideradas minoria, principalmente com relação ao cargo de professoras, onde eram vistas como mães, cujo principal objetivo era transmitir os valores morais e formar bons cidadãos. Para finalizar essa discussão sobre o trabalho, o Sr. Rodrigo Marreto trouxe algumas considerações com relação à luta das classes sociais, abordando alguns assuntos relativos ao favorecimento das classes dominantes, sobre os donos do capital que possuem os meios de produção e exploram a força de trabalho da classe operária, criticando de forma direta o sistema capitalista predatório.

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Figura 5: Participantes da terceira mesa de debates: Prof Rodrigo Martins Marreto, Profa  Sônia Regina Rebel e Prof Rodrigo Marreto.

Para concluir o evento, houve o pré-lançamento do livro “Teia Serrana II”, onde os autores Maurício Raposo, Rodrigo Marreto e Maria Ana Quaglino, trouxeram algumas considerações sobre o livro, que trás como tema a história de Nova Friburgo.

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Figura 6: Autores do livro “Teia Serra II” Maurício Raposo, Rodrigo Marreto e Maria Ana Quaglino e mediador do debate Orlando Amendôla.

 

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Jornada Acadêmica, para além dos 200 anos!

Nos dias 07 e 14 de abril das 08h00min ás 16h30min, o Polo CEDERJ em Nova Friburgo, estará realizando a jornada acadêmica, com o objetivo de homenagear os 200 anos da cidade de Nova Friburgo. O evento será aberto á toda comunidade, a programação está recheada de atividades como palestras, mesa de debates e pré-lançamento do livro: “Teia Serrana 2”. Venha participar! Sua presença será fundamental. Quem quiser obter os certificados de participação do evento ou expor algum banner deve fazer a inscrição no site eventoscederjnf.wixsite.com/pa200. O local de realização do evento será no CIEP 124 Licínio Teixeira – Rua José Pires Barroso, s/n (via expressa) – Olaria – Nova Friburgo – RJ.

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Atenção!

O Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ) abre as inscrições para o pedido de isenção de pagamento da taxa de inscrição e também a pré-inscrição no sistema de cotas e Ação Afirmativa para o Vestibular Cederj 2018.2. Os interessados devem preencher o requerimento até o dia 30 de março, no site http://cederj.edu.br/vestibular, e enviar a documentação exigida.

O resultado dos pedidos serão divulgados no site e nos Polos Cederj no dia 26 de abril. Quem não tiver sido contemplado tem os dias 26 e 27 de abril para pedir a revisão da análise. Vale lembrar que não será possível acrescentar documentos após essa data. Ou então, fazer a inscrição até o dia 10 de maio pagando o boleto até o dia 11 de maio.

Se aprovado, o candidato deve retornar à página de inscrição até 10 de maio de 2018 para concluir a participação no vestibular.

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Curso ESCUTA: Estratégias Integradas de Cuidado aos Usuários de Álcool e outras Drogas.

O curso, oferecido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é focado nas estratégias de cuidado, para o tratamento de usuários de substâncias psicoativas, além de contribuir para a construção do conhecimento dos profissionais da saúde com relação aos sujeitos que apresentam problemas relacionados com o uso de drogas.

O curso é ofertado à distância e envolvem três módulos de conteúdos teóricos reflexivos e um módulo de exercício prático. Além do material didático, o aluno contará com o auxílio de tutores que o acompanharão durante todo o curso. É um curso destinado aos profissionais da área da saúde, que englobam os estudantes do curso de Licenciatura em Biologia.

O preenchimento das vagas será por ordem de inscrição no site: www.escutasenad.ufsc.br. O total de vagas do curso é limitado em 7.000, com números fixados por regiões, a Região Sudeste dispõe de 1.700 vagas.

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Os certificados, referentes às 100 horas, serão emitidos pela Universidade Federal de Santa Catarina. Os alunos que concluírem todas as atividades obrigatórias propostas no curso com o desempenho de no mínimo 60% exigido para a certificação  receberão um certificado de extensão universitária, com validade em todo o território nacional.

Mais informações sobre o curso você encontra na página da web: http://escutasenad.ufsc.br/

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Biologia: cursos massivos 2018-1, inscrições abertas.

Atenção alunos do curso de licenciatura em Biologia! As inscrições para os cursos massivos online e gratuitos oferecidos pela Fundação CECIERJ estarão abertas até o dia 27/03/2018 ou até o preenchimento das 1200 vagas. Os cursos disponíveis são: Evolução das espécies: ensaios para sala de aula e Origem da vida. A duração será de 28/03 a 23/05, totalizando 30h.

Pré-requisitos:

  • Ler e conhecer o Edital;
  • Ter domínio de navegação na internet;
  • Ter um e-mail pessoal ativo sem filtro antispam;
  • Ter domínio, pelo menos, do uso de editores de textos;
  • Ter disponibilidade para participar frequentemente da sala de aula virtual, favorecendo a troca de conhecimentos e a construção colaborativa.

Para se inscrever nos cursos, você deve estar cadastrado no sistema Mooc da Fundação Cecierj. O cadastro não garante sua vaga, pois você terá também que realizar a inscrição no curso desejado. Acesse o endereço http://extensao.cecierj.edu.br/mooc, clique sobre o botão do curso no qual deseja se inscrever e siga as instruções da página para se cadastrar ou para fazer o login.

Todos que completarem com aprovação o curso receberão declaração de participação.
Se o cursista tiver interesse em utilizar a carga horária deste curso (30h) para completar um curso de Atualização (de 120h) na Diretoria de Extensão, deverá sinalizar seu interesse nos prazos previstos pela Coordenação do curso massivo e de acordo com critérios apresentados no Edital dos cursos de Atualização, além de ter sido aprovado neste curso MOOC.

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“Mulheres são mais que um dia”

No dia 08 de março de 2018, na quinta-feira, a partir das 18 horas, ocorreu no Polo EAD de Nova Friburgo um videodebate com os professores Gabriel Frazão e Kelly Cristine. O filme “Estrelas além do tempo” é centrado em Katherine Johnson, uma brilhante matemática afro-americana que, ao lado das colegas Dorothy Vaughn e Mary Jackson, foram peça fundamental numa das maiores operações da história dos Estados Unidos: o lançamento do astronauta John Glenn para a órbita da Terra e seu retorno em segurança. Juntas, ultrapassaram todos os limites de gênero e raça para conseguir êxito nessa missão pioneira. O filme é baseado em fatos reais, e mostra a realidade das mulheres negras durante a segregação nos EUA, onde a população negra era totalmente separada da branca, num processo de hierarquização.

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Figura 1: Registro dos alunos assistindo ao filme “Estrelas além do tempo”. Foto: Antonio Nunes.

Segundo relatos da aluna bolsista Clarisse Tolledo Lugon, o debate se iniciou com o tutor Gabriel Frazão abordando o contexto histórico do filme, que se passa no ano de 1961, incluindo os temas da segregação e do preconceito racial. A história do filme se passou no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que foi um dos últimos a abolir a segregação. Foi relatado pelo tutor a luta das mulheres na conquista de direitos civis, trabalhistas e sociais, o movimento feminista e sufragista e a diferença entre os termos “igualdade” e “equidade”: igualdade se refere a situações idênticas e equivalentes para todas as pessoas e situações e equidade refere-se à capacidade de apreciar e julgar com retidão, imparcialidade e justiça. A tutora Kelly Cristine fez uma abordagem discursiva do filme, identificando e analisando os diálogos mais emblemáticos, que evidenciavam as dificuldades enfrentadas pelas personagens no patriarcado machista e preconceito étnico. Todo o debate foi extremamente construtivo para todos os presentes.

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Figura 2: Alunos e os tutores Kelly Cristine  e Gabriel Frazão realizando o debate sobre o filme. Foto: Antonio Nunes.

No dia 09 de março de 2018, na sexta-feira, o professor Maycon Saviole, realizou uma palestra contando a história de Rosalind Franklin. O debate foi embasado nas relações entre sexismo e ciência.

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Figura 3: Tutor Maycon Saviole, e alunos presentes na palestra. Foto: Carolina Maciel Mattos.

Nascida em 25 de julho de 1920, Franklin veio de uma família abastada, judia e importante politicamente, seu sonho era ser cientista e seu pai queria que ela fosse assistente social. Rosalind estudou em uma das poucas escolas para garotas em Londres que ensinavam física e química naquela época. Em 1938 a jovem se matriculou no Newnham College, uma faculdade só para mulheres da Universidade de Cambridge, onde se formou em 1941. No ano seguinte, passou a trabalhar com pesquisa onde promoveu importantes descobertas sobre o carbono e microestrutura do grafite. Foi essa a base para seu doutorado, obtido em 1945. Depois de sair de Cambridge, Rosalind Franklin passou três anos em Paris, onde pesquisou sobre técnicas de difração de raios-x. Em 1951, voltou à Inglaterra como pesquisadora no laboratório do físico John Randall no King’s College de Londres. Foi lá que encontrou Maurice Wilkins. Eles lideravam grupos de pesquisa e mantinham projetos paralelos, ambos sobre o DNA. Quando Randall passou à Rosalind a responsabilidade por seu projeto, ninguém trabalhava naquela pesquisa havia meses. Wilkins estava fora do laboratório naquela época e, quando voltou, pensava que ela era apenas uma assistente técnica, não uma renomada pesquisadora. As mulheres nesse contexto histórico eram desvalorizadas na sociedade. Mesmo menosprezada, Rosalind persistiu em seu projeto de DNA. Entre 1951 e 1953, ela chegou muito perto de descobrir a estrutura do composto orgânico. Crick e Watson, porém, publicaram a solução antes. Em 2010, foi comprovado que o pioneirismo dos cientistas foi, na verdade, baseado nos estudos de Franklin, a “mãe do DNA”. A britânica fez os melhores registros fotográficos da estrutura até então, usando técnicas de raios-x. Ela permaneceu nove meses com o material, porém não identificou e nem publicou as hélices que, hoje se sabe, formam a estrutura helicoidal do DNA: o modelo da dupla hélice, proposto por James Watson e Francis Crick em 1953. O trabalho de Rosalind jamais foi mencionado pelos autores do artigo, publicado na revista Nature. Rosalind Franklin morreu no anonimato. Toda essa história nos mostra o quanto às mulheres sempre foram injustiçadas e desvalorizadas, não somente na sociedade, como também no meio científico.

 

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Figura 4: Capa da apresentação de slides, da palestra sobre Rosalind Franklin de Maycon Saviole. Foto: Carolina Maciel Mattos.

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AULA INAUGURAL 2018.01

No último sábado, 03 de fevereiro de 2018, ocorreu a aula inaugural para dar início a mais um ano letivo no Polo EAD em Nova Friburgo.

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Figura 1: Placa do Polo CEDERJ. FOTO: Carolina Maciel Mattos

Num primeiro momento a diretora do Polo, Profª Rosali Zavoli, deu as boas vindas a todos os veteranos e calouros presentes no encontro obrigatório e, em seguida, apresentou alguns slides contendo informações sobre o Polo, mais precisamente sobre os cursos, a estrutura administrativa, o horário de funcionamento e o contato telefônico.

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Figura 2: Estudantes presentes no encontro inaugural. FOTO: Carolina Maciel Mattos.

Por conseguinte, houve a entrada dos convidados que compuseram a mesa de abertura, entre eles estavam presentes: o represente dos alunos, Carlos Fernando de Freiras; a representante dos tutores, Ékica Guimarães Ferreira; a professora representante do curso de Geografia da UERJ, Julia Andrade; a secretária de Ciência e Tecnologia, Lucília Maria Oliva Pacheco; as professoras representantes do curso de Biologia da UERJ, Dayse Silva e Elvira Carvajal; o professor representante do curso de Química da UENF, Sergio Luis Cardoso; as professoras do curso de pedagogia da UERJ, Maria Alice Rezende e Adriana Almeida e, por fim, a professora da UFF do curso técnico em segurança do trabalho, Klarissa Platero.

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Figura 3: Representantes dos respectivos cursos: Ciências Biológicas, Geografia, Pedagogia, Química e Técnico em Segurança. Representantes dos alunos, professores, diretoria do Polo e alunos presentes na aula inaugural. FOTO: Carolina Maciel Mattos.

Em um momento solene, foi cantado o Hino Nacional e, em seguida, foi passado um vídeo de boas vindas.  Cada representante que estava na mesa se pronunciou, dando palavras de incentivo e apoio a todos os alunos. Para sanar algumas dúvidas com relação ao modelo semipresencial de ensino, a professor Elvira realizou uma pequena palestra falando um pouco sobre o Consórcio CEDERJ e a Fundação CECIERJ. Posterior a isso, as turmas de calouros foram separadas, de acordo com os respectivos cursos, para o encontro mais específico.

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Figura 4: Turma de Geografia. FOTO: Rosali Zavoli.

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Figura 5: Turma do curso de Letras. FOTO: Rosali Zavoli.

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Figura 6: Turma do curso de Pedagogia. FOTO: Rosali Zavoli.

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Figura 7: Turma do curso de Química. FOTO: Rosali Zavoli.

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Figura 8: Turma do curso de Segurança Pública. FOTO: Rosali Zavoli.

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Figura 9: Turma do curso de Ciências Biológicas. FOTO: Carolina Maciel Mattos.

 

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“MULHERES SÃO MAIS QUE UM DIA”.

Nos dias 08 e 09 de março de 2018, haverá no polo CEDERJ de Nova Friburgo,  atividades em comemoração ao dia da mulher. Na quinta-feira dia 08, a partir das 18 horas, ocorrerá um vídeo-debate com os professores Kelly Cristine e Gabriel Frazão. Na sexta-feira dia 09, também a partir das 18 horas, vai ser realizada uma palestra com o professor Maycon Savioli. Contamos com a presença de todos!

Endereço do local onde será realizado o evento: Polo EAD de Nova Friburgo, CIEP 124 Licínio Teixeira, Rua José Pires Barroso, S/N° (Via Expressa), no bairro de Olaria.

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