Comemoração dos 15 anos do Polo de Nova Friburgo: participe e colabore!

O Polo Cederj de Nova Friburgo vai fazer 15 anos em agosto. Vamos fazer uma bonita festa no dia 11 de agosto! Não deixe de participar! Anote em sua agenda.

Para isso, precisamos de diversas contribuições, tais como:

1)Pessoas que queiram fazer parte da comissão organizadora. Entrar em contato pelo email polo-novafriburgo@cecierj.edu.br até dia 15/06 ;

2)Pessoas que queiram participar do coral do Polo Cederj NFR. Entrar em contato pelo email alfredoestagio@yahoo.com.br até dia 22/06 ;

 

3)Pessoas que queiram enviar um depoimento sobre a importância do Cederj na sua vida. Enviar pelo email polo-novafriburgo@cecierj.edu.br  até o dia 22/06.

4) Vamos fazer uma camisa com a logo dos 15 anos Polo Cederj NFR no valor de 20,00. Quem quiser adquirir a camisa, efetuar o pagamento no polo até o dia 30/06.

Contamos com a ajuda e participação de todos!!

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As inscrições para o VI ETARSERRA estão abertas!!!!

ETARSERRA – Exposição de Trabalhos Acadêmicos da Região Serrana é um evento organizado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com outras Instituições de Ensino e com a Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissionalizante e Superior de Nova Friburgo. A ETARSERRA acontece em outubro, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O evento tem como objetivo principal divulgar trabalhos de Ensino, Extensão, Pesquisa, Inovação Científica e Tecnológica e Difusão e Popularização de Ciência e Tecnologia, desenvolvidos por estudantes e/ou profissionais vinculados a instituições de Ensino Médio, Tecnológico e Superior, serviços de saúde e demais instituições afins do estado do Rio de Janeiro, especialmente da Região Serrana.

 

ETARSERRA pretende ser um espaço plural que oportuniza a troca de conhecimentos e experiências entre seus participantes, nas diferentes áreas de conhecimento, com o intuito de contribuir, de forma solidária, para o desenvolvimento regional.

Em 2018,  será realizada a VI edição, nos dias 18 e 19 de outubro, no Campus da UFF, em Nova Friburgo, e esperamos que o evento seja, mais uma vez um sucesso, e continue cumprindo sua missão de aproximar pessoas, seus saberes e suas práticas.

As inscrições são gratuitas!! Participem!!!!

As inscrições como colaborador podem ser feitas até o dia 13 de julho e permitem submeter o resumo de seu trabalho para apresentação no evento, na modalidade Pôster.

As inscrições como participante podem ser feitas até o dia 10 de outubro e garantem a participação em toda a programação do evento.

Mais informações podem ser obtidas no endereço: http://uffnaserra.sites.uff.br/etarserra/

Divulgação 2018

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Participação no V ENECiências

O V Encontro Nacional de Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente (ENECiências) aconteceu na Universidade Federal Fluminense (UFF), no Campus da Praia Vermelha, em Niterói, no período de 15 a 18 de maio, com a participação de estudantes do Polo EAD de Nova Friburgo!

Foto 1

Foto 1: A Coordenadora do curso de Ciências Biológicas da UERJ, Profa Celly Saba, Stela Lina e Renata de Fátima e Profa Fátima Kzam no Campus da UFF, na Praia Vermelha, em Niterói. Crédito: Celly Saba.                 

Esse ano o tema central foi focado nas alternativas epistêmicas emergentes, uma vez que, tradicionalmente, aos saberes, para além da ciência e da técnica, têm sido reservado o lugar da invisibilidade. Então, a proposta do encontro foi discutir o que nós, professores e pesquisadores de ensino de ciências, temos a dizer sobre essa questão.

Foto 2

Foto 2: Profa Fátima Kzam e estudantes EAD dos Polos de Nova Friburgo e Resende participando do ENECiências. Crédito: Stela Lina.

No dia 16 demaio, as bolsistas do Projeto de Extensão “Ciência e Cultura também são feitas a distância”, Ellen dos Santos Lemos, Clarisse Tolledo Lugon e Renata de Fátima Vieira da Costa, apresentaram o trabalho “A importância da extensão universitária na formação docente: uma experiência no curso semipresencial de Ciências Biológicas”, no qual descrevem suas vivências nos subprojetos Recicla Solo, Viver Jardim e Horta Acadêmica, realizados sob orientação do Tutor Maycon Saviole.

O objetivo desse trabalho é relatar as atividades extensionistas realizadas em 2017 por
estudantes de um curso semipresencial de Licenciatura em Ciências Biológicas e que
contribuem para o enriquecimento de suas formações curriculares. Para tal, é discutida a importância da extensão universitária, em especial, nos cursos de graduação a distância e enunciadas as características, ações e resultados dos subprojetos Recicla Solo, Viver Jardim e Horta Acadêmica.

Mais informações sobre esse trabalho:

A importância da extensão universitária na formação docente uma experiência no curso semipresencial de Ciências Biológicas

Clarisse Lugon ainda apresentou, individualmente, o trabalho “Viver Jardim: aprendendo e ensinando com a as plantas”. 

Esse trabalho relata a atividade educativa realizada no Polo de Educação a Distância de
Nova Friburgo, pelos estudantes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, no
ano de 2017, intitulada Viver Jardim. Essa faz parte de um Projeto que aborda a
Educação Ambiental numa perspectiva integrada de Ensino-Pesquisa-Extensão na qual
os estudantes são protagonistas da produção de saberes relacionados às plantas e ao seu
cultivo. Assim, a formação de professores é enriquecida pelas atividades
extracurriculares. São apontados os benefícios da construção de áreas verdes nos centros urbanos e, em especial, nas instituições de ensino.

Mais informações sobre esse trabalho:

VIVER JARDIM APRENDENDO E ENSINANDO COM AS PLANTAS

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A ex-aluna do curso de Ciências Biológicas Stela Lina Magalhães Bergiante Ferreira discorreu sobre a sua experiência como bolsista de Iniciação à Docência com o trabalho “Ensino de Ciências, Meio Ambiente e Saúde: uma experiência no Projeto PIBID interdisciplinar de Nova Friburgo, RJ”.

Na constante busca pela qualidade na formação docente, o Programa Institucional de
Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) tem se mostrado de extrema importância por
antecipar o vínculo do futuro professor com a realidade escolar e, ao mesmo tempo,
possibilitar a aproximação entre teoria e prática. O presente trabalho se propõe a discutir sobre a importância do PIBID como uma ponte entre a educação básica e o ensino superior, mediante o relato da experiência do subprojeto interdisciplinar realizado por licenciandos em um colégio municipal de Nova Friburgo/RJ. Para tal, foram utilizados os registros dos diários de bordo e portfólios elaborados pelos bolsistas no período de 2014 a 2016. Considera-se que, com a inserção do licenciando no Projeto PIBID, o futuro docente é estimulado a experienciar um ensino-aprendizagem que permite o desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo.

Mais informações sobre o trabalho:

ENSINO DE CIÊNCIAS, MEIO AMBIENTE E SAÚDE UMA EXPERIÊNCIA NO PROJETO PIBID INTERDISCIPLINAR DE NOVA FRIBURGO, RJ

Segundo a estudante Clarisse Lugon, “Foi muito interessante participar do ENECiências, conhecer o campus da Praia Vermelha da UFF e poder passar por essa experiência com as minhas colegas, além de assistir as apresentações dos demais participantes. Foi uma experiência inspiradora!” 
Para a ex-aluna Stela Lina Bergiante, “Ter participado do ENECiências apresentando o meu trabalho e contando um pouco da minha experiência no Projeto PIBID foi marcado pela a superação de um novo desafio: a apresentação na forma de roda de conversa. Como em todo evento novo que me apresento, sempre há a superação de algum desafio, este evento foi marcado por um grande desafio de apresentar nesta modalidade nova para mim e ter conseguido, ao mesmo tempo, driblar os problemas ocasionados pela ansiedade que venho enfrentando. O apoio que recebi das professoras Celly e Fátima, e das colegas de biologia do polo Friburgo, foram fundamentais para que eu conseguisse fazer uma boa apresentação. O evento foi de grande aprendizado e troca de experiências. Superou as minhas expectativas em termo de organização e conhecimentos propagados. Recomendo fortemente a todxs que querem investir em uma formação significativa, e tiverem a oportunidade, de participarem de eventos como este”.

Mais informações sobre o evento: http://veneciencias.sites.uff.br/

 

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Atenção Alunos!

O Presidente da Fundação CECIERJ, Prof. Carlos Eduardo Bielshowsky, tendo em vista os efeito gerados pela greve dos caminhoneiros, paralisando rodovias e diminuindo a circulação dos transportes públicos, pela falta de combustível, RESOLVE:

  • Suspender as atividades programadas, aplicação de AP2 (G1), que aconteceriam nos próximos dias 26 e 27 de maio.
  • As provas marcadas para esse dia serão transferidas para os dias e horários previstos para aplicação da AP3 (G1), ou seja, 16 e 17 de junho.
  • As provas de AP3 das disciplinas do G1 serão transferidas para os dias 30 de junho e 1º de julho.
  • As provas ( AP2 e AP3) G2 ficam mantidas nos dias e horários previstos no calendário.

RESUMINDO:

AP2 (G1) – 16 e 17 DE JUNHO

AP2 (G2) – 2 e 3 DE JUNHO

AP3 (G1) – 30 de JUNHO e 1º de JULHO

AP3 (G2) – 23 e 24 de JUNHO

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Feira de Ciências no Polo EAD de Nova Friburgo.

feira de ciências que ocorreu no Polo CEDERJ de Nova Friburgo, no último sábado, dia 19 de maio de 2018, teve como objetivo principal, interligar as escolas públicas do município, com os estudantes dos cursos de licenciatura. Essa interatividade contribui de forma positiva para a formação dos futuros professores, pois através dessa feira, eles têm a oportunidade de vivenciar a prática com os alunos do ensino básico.

Os alunos presentes na feira foram do Colégio Estadual Canadá e a organizadora desse evento foi a Profª Adriana Oliveira Bernardes. Os trabalhos que foram expostos partilhavam de assuntos diversos como: dilatação térmica, sistema solar, efeito estufa e sistema trappist, que consiste em um sistema de representação planetária. A maioria dos temas envolveu a astronomia.

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Figura 4: Alunos que participaram da feira de ciências. Créditos: Patrick Nunes Ferreira.

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Semana do Geógrafo

Primeiro dia do evento:

Para dar início aos debates da semana do Geógrafo, no dia 17/05, o Engenheiro Ambiental, Jackson Sanches, introduziu a temática da Permacultura, que é um sistema de planificação e criação de habitats humanos em harmonia com a Natureza.

Segundo o palestrante, os principais objetivos desse sistema é cuidar da terra e das pessoas, e isso só é possível se existir a colaboração. Para que todos os seres existentes tenham oportunidades semelhantes de se manifestarem, é importante que cada um de nós contribua. A terra nos fornece infindáveis recursos, no entanto, para que esses recursos sejam equitativamente distribuídos no tempo e no espaço, é necessário que cada indivíduo saiba consumir de forma mais consciente. Os arranjos da Permacultura vão totalmente contra ao que o sistema capitalista impõe á sociedade, pois, atualmente, estamos mais preocupados em consumir do que preservar.

Jackson Sanches elencou formas de ajudar o meio ambiente: utilizar alguma energia limpa e sustentável, como a eólica ou solar; implementar em nossas moradias sistema de tubulação que auxilie na diminuição da utilização da água; fazer alguma bio- construção com o objetivo de armazenar água da chuva; produzir alimentos de base, que sejam bem adaptados ao ambiente local e, principalmente, não produzir desperdício. Existem infindáveis maneiras de conservar o meio ambiente, cabe a cada um se conscientizar e fazer a sua parte!

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Figura 3: Princípios da Permacultura.

Segundo dia do evento:

Para dar continuidade ao evento, no dia 18/05, o Prof. Maycon Saviole, abordou sobre a capacidade do suporte das trilhas, que está intrinsecamente ligada à capacidade de suporte do meio, que é o nível de utilização dos recursos naturais que um sistema ambiental ou um ecossistema pode suportar, garantindo-se a sustentabilidade e a conservação de tais recursos assim como a manutenção de padrões de qualidade ambiental.

O Prof. Maycon explicou que o ecoturismo é segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultura, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações envolvidas.

Trilhar é uma forma de recreação mais econômica, mais sadia e que oferece maiores oportunidade de observação, pesquisa, tranqüilidade e devaneio (BELART, 1978).

Entretanto, toda atividade que é realizada no meio ambiente, acaba acarretando alguns impactos como:

  • Impactos sobre o solo como, erosão por pisoteamento, compactação, remoção da serrapilheira, etc;
  • Impactos sobre a fauna, atrapalhando o ciclo da vida dos animais;
  • Impactos sobre a vegetação, como zoocoria, introdução de novas espécies e retirada de naturais;
  • Além da poluição, vandalismo, incêndios causados por fogueira e entre outros.

Portanto, segundo o palestrante, quando formos realizar uma trilha é importante que tomemos alguns cuidados, como:

  • Realize a trilha com um número pequeno de pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.
  • Certifique-se que você possui uma forma de acondicionar seu lixo, para trazê-lo de volta.
  • Escolha as atividades que você vai realizar conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.
  • Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas, não use atalhos. Os atalhos favorecem a erosão.
  • Evite fazer fogueira.
  • Respeite fauna e a flora. Observe de longe os animais, não os alimente e não retire flores e plantas silvestres.
  • Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece.

Terceiro dia do evento:

Para encerrar a semana do Geógrafo, no sábado, 19/05, a Dra. Alanda Lopes, palestrou sobre ativismo agroalimentar, falando um pouco sobre o movimento social CSA, que são comunidades que sustentam a agricultura mais tradicional, rudimentar e que pregam o cooperativismo.

Segundo a palestrante, hodiernamente, devido o avanço da tecnologia, vivemos em uma sociedade técnica, científica e informacional, implementada no sistema político, econômico, social e comercial do capitalismo. A agricultura familiar e tradicional foi substituída pelo tecnicismo, pela agricultura do agronegócio, que depende de insumos, fertilizantes químicos e maquinário de alta rentabilidade, tudo com a finalidade de produzir cada vez uma maior demanda para o mercado consumidor. Atualmente existem as multinacionais espalhadas por todo mundo, que concentram cada vez mais a produção e formam um oligopólio, que valoriza as grandes produções e exclui o pequeno produtor rural. Consumimos cada vez mais transgênicos.

A Dra. Alanda explicou que, pela luta de uma agricultura mais sustentável e alternativa, nasceu o movimento social CSA (comunidades que sustentam a agricultura), que surgiu no Japão com o objetivo de produzir o alimento orgânico de uma forma direta ao consumidor, criando uma relação próxima entre quem produz e quem consome os produtos. Um grupo fixo de consumidores se compromete por um ano (em geral) a cobrir o orçamento anual da produção agrícola. Em contrapartida, os consumidores recebem os alimentos produzidos pelo sítio ou fazenda sem outros custos adicionais. Desta forma, o produtor, sem a pressão do mercado e do preço, pode se dedicar, de forma livre, á sua produção, e os consumidores recebem produtos de qualidade, sabendo quem os produz e aonde são produzidos.

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Figura 7: CSA – Comunidades que sustentam a agricultura.

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Feira de Ciências!

Neste sábado, 19 de maio de 2018, acontecerá no Polo CEDERJ de Nova Friburgo, uma feira de Ciências, com os alunos do Colégio Canadá de Nova Friburgo, juntamente com a Profª do Polo CEDERJ de Nova Friburgo, Adriana Oliveira Bernardes.

Contamos com a presença de todos!

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Participação do Polo EAD do CEDERJ nas comemorações do aniversário da cidade de Nova Friburgo!

No dia 16 de maio, a equipe de estudantes, tutores e funcionários do Polo de Nova Friburgo participou do desfile em comemoração aos 200 anos da cidade. Agradecemos a todos que participaram!


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Figura 1: Estudantes e corpo docente do polo CEDERJ de Nova Friburgo nas comemoração do bicentenário da Cidade. 

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Semana da Pedagogia

Primeiro dia da semana da Pedagogia:

Para iniciar as atividades da semana da pedagogia, no dia 09 de maio, houve a abertura com o documentário “Nunca me Sonharam” (Cacau Rhoden, 2017), que mostra os desafios do presente, as expectativas para o futuro e os sonhos de quem vive a realidade do ensino nas escolas públicas do Brasil. Estudantes, gestores, professores e especialistas fazem uma reflexão fundamental e urgente sobre o valor da educação. No decorrer do documentário, é explicitado quanto os jovens são diferentes, cada um tem sua forma de perceber o mundo, ninguém nasce igual! Cada um de nós vivencia uma realidade distinta: uns enfrentam grandes dificuldades, nascem de família pobre, enquanto outros possuem melhores qualidades de vida, mas todos nós fazemos parte de um mesmo sistema, onde existem muitas desigualdades sociais. No decorrer do vídeo é possível perceber, o quanto é difícil, para os alunos que estão inseridos em comunidades, favelas e em áreas rurais, se formarem e conseguirem um emprego digno, pois nem todos os indivíduos possuem as mesmas oportunidades na vida. É perceptível, no filme, a crítica constante ao ensino tradicional, baseado nos métodos arcaicos, que são ineficientes e, na maioria das vezes, desestimulantes. A busca por uma prática docente mais libertadora e centrada na troca de conhecimento segue como sendo uma das mais almejadas inovações para o ensino.

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Figura 1: Capa do documentário  “Nunca me sonharam”.

Após a apresentação do documentário, houve uma roda de debates, onde cada aluno ali presente, pôde expor sua opinião sobre o filme, tornando o momento enriquecedor para a construção do saber.

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Figura 2: Alunos presentes no primeiro dia de atividades da semana da Pedagogia, realizando um debate sobre o documentário. Créditos: Carolina Maciel Mattos.

Segundo dia da semana da Pedagogia:

Para a continuação da semana da pedagogia, na quinta-feira, dia 10 de maio, a Profª Talita Melone, iniciou com uma palestra, trazendo um pouco sobre a sua vivência como docente em uma escola de Pedagogia Waldorf, que busca a liberdade no ensino. Nessa proposta, a escola não trabalha com livro didático, todo material utilizado nas aulas são elaborados pelos próprios alunos, o conhecimento é transmitido de forma mútua, entre professor e aluno. A família e a arte são um dos pilares básicos para o bom funcionamento dessa metodologia diferenciada. A escolarização dos estudantes não ocorre de maneira tradicional, eles se formam para aprender a fazer, aprender a sentir e aprender a pensar.

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Figura 3: Profª Talita Melone, palestrando sobre a Pedagogia Waldorf. Créditos: Carolina Maciel Mattos.

Para dar continuidade à abordagem, a convidada Poliane Tardim, trouxe algumas concepções sobre o que são as pedagogias alternativas, que são contrapostas ao modelo de educação dominante, e estão em desacordo com o ensino padronizado, ou seja, são práticas educativas baseadas em uma visão global e sistêmica do ser humano e de sua relação com o mundo. Elas apresentam enfoques em valores como respeito, solidariedade, criatividade e cooperativismo.

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Figura 4: Poliane Tardim, falando sobre as pedagogias alternativas. Créditos: Carolina Maciel Mattos.

Para concluir o debate, o Prof Dalmo Latine Escamilha, relatou sobre sua vivência como professor de artes, dentro de uma escola de ensino privado, e expôs sobre sua metodologia de docência. O Prof tenta modificar as práticas tradicionais, propondo uma aula mais dinâmica e interativa. Para exemplificar, ele trouxe alguns trabalhos desenvolvidos pelos seus alunos, em homenagem aos 200 anos de Nova Friburgo, onde cada grupo deveria desenhar uma obra de arte de algum pintor famoso, e rememorar algo da cidade nos quadros. O resultado foi incrível!

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Figura 5: Prof Dalmo Latine Escamilha, mostrando os trabalhos realizados pelos seus alunos em homenagem aos 200 anos da cidade de Nova Friburgo. Créditos: Carolina Maciel Mattos.

Terceiro dia da semana da Pedagogia:

No terceiro dia da semana da Pedagogia, 11 de maio, a Profª. Ana Cláudia Herdy Torre – Professora, Psicopedagoga, especialista em Deficiência Intelectual, Mestranda em Diversidade e Inclusão pela UFF, realizou uma palestra abordando o assunto de inclusão e direitos humanos. A palestrante iniciou sua fala enfatizando que a escola foi feita para todos e que a legislação brasileira busca garantir que a inclusão escolar permita que as crianças que apresentam algum tipo de necessidade especial possam se socializar, desenvolver suas capacidades pessoais e aprimorar sua inteligência emocional. O acesso à escola não só promove o desenvolvimento pessoal, mas também é uma ferramenta social importante para os relacionamentos interpessoais. As escolas que promovem a escolarização de todos, de maneira efetiva, auxiliam  para que esses alunos sejam capazes de aprender a serem autônomos. A professora ressaltou que a inclusão escolar também promove uma ampla reflexão sobre a diversidade e respeito que são temas importantes para a construção de uma sociedade menos excludente e mais justa. Os benefícios em inserir as crianças com necessidades especiais em ambientes escolares regulares são enormes, desde que haja recursos para que elas tenham condições de desenvolver o aprendizado. Transformar a escola em um espaço inclusivo significa contribuir para que todas as crianças cresçam com valores de respeito ao outro e às diferenças.

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Figura 6: Palestra de sexta-feira, com a Profª. Ana Cláudia Herdy Torre. Créditos: Rosali Zavoli.

Quarto dia da semana da Pedagogia:

Para finalizar a semana da Pedagogia, no sábado, dia 10 de maio, houve o relato sobre a experiência docente de Lucas de Castro Bilé, que foi ex aluno da UERJ, do curso de Ciências Biológicas no Polo de Nova Friburgo, e um cine debate sobre o documentário “O CineRua como processo pedagógico não formal”, com o também ex-aluno do curso de Ciências Biológicas, Matheus Darrieux e com Mariane Stutz de Oliveira, aluna do curso de Pedagogia.

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Figura 7: Lucas de Castro Bilé, palestrando sobre sua vivência docente. Créditos: Érika Guimarães Ferreira.

 

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Figura 8: Cine debate sobre o documentário “O CineRua como processo pedagógico não formal” com Matheus Darrieux e Mariane Stutz de Oliveira. Créditos: Érika Guimarães Ferreira.

 

 

 

 

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A importância da abordagem da automedicação na formação de docentes de ciências e biologia.

A mesa redonda intitulada “A importância da abordagem da automedicação na formação de docentes de ciências e biologia” realizada no sábado, dia 12 de maio, contou com a participação da enfermeira Márcia Waldhelm, da dentista e apresentadora do programa Ateliê da Saúde da TVI interior, Aretuza Lattanzi, e do professor especialista e tutor coordenador do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do polo CEDERJ de Nova Friburgo, Maycon Saviole.

O tema central foi a automedicação, seus riscos e como a abordagem dessa temática é importante na formação do docente. Também foram trocadas experiências entre profissionais e alunos que participaram da palestra, trazendo conhecimento de que automedicação pode se tornar uma prática perigosa. A atividade foi organizada pela estudante Caroline Vieira da Silva (BIO) que discute o assunto na sua monografia de final de curso.

Caroline Vieira da Silva

Figura 1: Enfermeira Márcia Waldhelm, dentista e apresentadora do programa Ateliê da Saúde da TVI interior Aretuza Lattanzi e professor de Biologia do polo CEDERJ  Maycon Saviole. Créditos: Caroline Vieira da Silva e Michele Pereira.

 

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Figura 2: Alunos que participaram da mesa. Créditos: Caroline Vieira da Silva e Michele Pereira.

 

 

 

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