Encontro Pedagógico – 2011

Casa cheia no Encontro pedagógico do Polo EAD de Nova Friburgo. Ocorrido no sábado 9 de abril, o eventou durou 2 horas (10h as 12h) e contou com uma palestra da professora Lia Faria (Diretora da Faculdade de Educação da UERJ) e Renata Bastos (Coordenadora de Estágio 1 do curso de Lic. em Biologia/UERJ.) sobre o tema: “Conselho de Classe: avaliação coletiva do trabalho ou julgamento subjetivo do aluno?”

Renata Bastos

Professora Lia Faria

A palestra foi muito além de seu tema proposto. Foram abordados assuntos como a Educação, a docência, a sociedade, o estilo de vida atual, a mentalidade atual, o avanço das tecnologias e das novas mídias e, como não podia deixar de ser, o massacre na escola do Realengo, ocorrido no dia 7 de abril.

Público do Encontro Pedgógico

A professora Lia compartilhou sua opinião sobre como as pessoas encaram a vida. Para ela, a sociedade atual dá um valor demasiado ao mórbido e ao obscuro (e muitas vezes até para o doentio) e, como se não bastasse, as pessoas deixam de aproveitar as coisas boas, ou até mesmo de percebê-las. Disse que devemos tentar “esticar a alegria”

Ao tratar do professor, a palestrante enfatizou que esse deve buscar amadurecimento e preparo pessoal e profissional, a fim de saber e poder interferir critica e efetivamente na vida e pensamento de seus alunos, para que estes desejem seguir seus passos, intervindo em si mesmos e nos outros, alterando a realidade.

Nesse espírito, nos falou sobre o avanço das novas tecnologias e das novas mídias. Devido a esse fenômeno, as pessoas se deparam com um universo praticamente infinito de informações, banalizando-as ou não assimilando-as muitas das vezes. Por isso, o uso dessas novas tecnologias  e novas mídias não pode ser ignorado ou excluído do trabalho docente, ao contrário disso, o uso dessas ferramentas deve ser desmistificado, pois abre um leque imenso de possibilidades para o processo ensino-aprendizagem.

A professora aconselhou que refletíssemos sobre essas novas mídias e sobre os novos meios de relacionamento (twitter, orkut, facebook, entre outros) e os seus impactos na sociedade, principalmente nos jovens.

Sobre o massacre na escola do Realengo, a professora nos chamou a atenção para o fato de que ocorrências assim são novas no Brasil e não faziam parte de nossa cultura até então. Esse acontecimento reflete, de certa forma, a americanização que sofre a sociedade brasileira, processo que é potencializado e intensificado pela globalização.

O público, que continha atuais e futuros professores, interagiu com perguntas, relatos e opiniões, enriquecendo ainda mais o momento.

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