Monografias – Biologia

A pedido da coordenação do curso de Ciências Biológicas estamos disponibilizando algumas monografias de ex-estudantes do Polo que já concluíram seus cursos.

Clique no título do trabalho para acessá-lo.

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A Educação Ambiental nas turmas de Ensino Médio de Educação de Jovens e Adultos no Colégio Estadual Dr. Feliciano Costa – Nova Friburgo/RJ

RESUMO

Este trabalho apresenta uma pesquisa com estudantes e professores do ensino médio em turmas de educação de jovens e adultos em uma escola pública de Nova Friburgo (RJ) no que se refere à temática ambiental. Para conhecer seus entendimentos sobre o meio ambiente, a educação ambiental e a abordagem utilizada em sala de aula, foram utilizados questionários, conversas e uma atividade lúdica com realização de desenhos. Além da pesquisa de campo foram realizadas pesquisas bibliográficas e análise documental, a fim de apresentar um breve histórico sobre a educação de jovens e adultos no Brasil e no colégio pesquisado. Concluiu-se que embora o pensamento sobre educação ambiental tenha evoluído muito nas últimas décadas e apesar da importância da educação ambiental na educação formal, esta tem sido pouco vivenciada na EJA, prevalecendo ainda, para os estudantes, uma visão naturalista do meio ambiente.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Meio Ambiente; Educação de Jovens e Adultos.

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Agricultores familiares do Caramundu em Sumidouro (RJ): Uma abordagem sobre percepção ambiental e agroecologia

RESUMO

A localidade Caramandu, em Sumidouro (RJ), concentra 48 famílias rurais que praticam o cultivo de hortaliças de forma convencional, através do uso intensivo do solo e do alto consumo de água, agrotóxicos e adubos químicos sintéticos. Pensando nos novos rumos preconizados pelas recentes políticas públicas voltadas para a preservação ambiental e à agroecologia, surgiu o interesse em traçar um perfil destes agricultores, visando analisar sua percepção inerente às relações entre a agricultura e o ambiente. Para isso foram aplicados 48 questionários semi-estruturados em um membro de cada família da localidade, optando-se preferencialmente pelo(a) líder do empreendimento rural familiar. O documento supracitado possuía questões que versavam sobre dados socioeconômicos, acesso à assistência técnica e informações agropecuárias diversas, diagnóstico de práticas agrícolas e análise de percepção ambiental. Os resultados deste estudo indicam que a maioria dos produtores da localidade não se identifica como parte integrante do ambiente, assim como não atribuem relação ecológica às plantas de interesse comercial, considerando-as basicamente como produto de trabalho e consumo. A distinção conceitual entre mato e planta, foi um padrão de resposta muito frequente. Neste tipo de abordagem, ficou evidente que grande parte dos agricultores não domina alguns conceitos básicos da área de botânica e ecologia. O nível de escolaridade identificado foi baixo. Apenas 6% dos entrevistados concluíram o ensino médio, sendo que 67% não concluíram o primeiro segmento do ensino fundamental e 27% nunca frequentaram a escola. Ao avaliar a percepção sobre agroecologia notou-se que o método ainda é pouco conhecido pelos produtores da localidade. A maioria demonstrou rejeição ao tema justificando sua inviabilidade através de argumentos baseados em mitos e pré-conceitos.

Palavras–chave: agroecologia, agricultura familiar, percepção ambiental, Sumidouro.

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Análise dos transtornos psíquicos no âmbito da educação em saúde nos espaços de educação formal, não formal e informal: histórico, desafios, possibilidades

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo descrever a percepção histórica acerca dos transtornos psíquicos e discutir a realidade do tema no âmbito da educação em saúde nos espaços de educação formal, não-formal e informal. Para isso, foram realizadas: pesquisa bibliográfica, entrevista com profissional da área de saúde mental e análise de materiais didáticos do Ensino Médio e da Licenciatura em Ciências Biológicas. Embora o conhecimento científico atual acerca dos transtornos psíquicos apresente, ainda, muitas lacunas, é necessário que este tema se faça presente na educação formal. Uma proposta é apresentada para incluir o tema saúde mental nos conteúdos de Biologia da Educação Básica e da formação docente em Biologia.

Palavras-chave: Distúrbios Mentais. Saúde Mental. Formação Docente.

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A Orientação Sexual na visão dos educadores de uma escola pública do município de Nova Friburgo – RJ

RESUMO

A sexualidade se manifesta em todas as fases de vida de uma pessoa, mas é na adolescência que os assuntos relacionados a esta temática, como gravidez precoce, doenças sexualmente transmissíveis, pedofilia e abuso sexual provocam maiores dúvidas e curiosidades. A escola então, passa a ser um ambiente favorável para a promoção de uma Orientação Sexual que atenda às necessidades e anseios dos adolescentes, uma vez que o apelo sexual da mídia e a contribuição da família, não têm sido suficientes para que estes adotem comportamentos de sexo seguro. Neste sentido, este trabalho busca conhecer a visão, o posicionamento e o trabalho dos professores frente a abordagem da Orientação Sexual em sala de aula, a influência da mídia e da família na construção da sexualidade, além de discutir a importância de se incluir a Orientação Sexual, como tema transversal, no currículo das escolas. Foram realizadas pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo com ênfase na coleta de dados, por meio da aplicação de um questionário, respondido por 36 professores do Ensino Fundamental e Médio de uma escola pública de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro. Os resultados apontam vários entraves que dificultam a realização de um trabalho dinâmico de Orientação Sexual na escola, sendo a distância existente entre a teoria e a prática escolar, o maior deles. Ressalta-se a importância e a necessidade de inserir o tema sexualidade na formação inicial e continuada dos professores, a fim de que as posturas e práticas escolares, na abordagem da Orientação Sexual, se tornem mais eficientes. Isto atende ao que é recomendado nos Parâmetros Curriculares Nacionais e transforma a escola, juntamente com a família, num agente corresponsável pela formação dos indivíduos e pela construção de valores no que se refere à sexualidade.

Palavras-chave: Adolescentes. Escola. Família. Mídia. Educação Sexual.

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A utilização de paródias musicais como recurso pedagógico no ensino de Biologia

RESUMO

O professor de Biologia em sua prática necessita utilizar recursos didáticos diferentes que garantam a aprendizagem dos seus alunos, ferramentas que ultrapassem a simples utilização do livro didático e aulas expositivas. O presente trabalho aborda a utilização da música através de paródias musicais como ferramenta didática no ensino de conteúdos de Biologia do Ensino Médio. O presente trabalho consistiu na abordagem teórica do processo de aprendizagem (características, princípios biológicos, implicações na escola). Como base teórica diversas teorias foram usadas para explicar as diversas técnicas que melhoram a aprendizagem, tais como a interacionistas de Piaget e Vigotski, a da Aprendizagem Significativa de Ausubel e a das Inteligências Múltiplas de Gardner dentre outras. A história da Educação e a utilização da música na Educação Brasileira proporcionaram o desenvolvimento destas técnicas de aprendizagem por paródias. Foram analisadas algumas técnicas de paródias musicais compostas por diversos professores que abordam conteúdos de Biologia de forma bem divertida e de simples compreensão, com músicas bem conhecidas dos alunos. A ferramenta apresentada pode proporcionar uma considerável facilitação na aprendizagem dos conteúdos de Biologia, sobretudo daqueles considerados de mais difícil assimilação, como: descrição de processos, características de filos animais, nomenclaturas científicas e outros conceitos e teorias.

Palavras-chave: Aprendizagem, Conteúdos, Música, Paródias.

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O diálogo como forma de prevenção ao uso do álcool em adolescentes nas escolas de Cachoeiras de Macacu, RJ

RESUMO

O diálogo pode ser uma poderosa ferramenta no que diz respeito à prática pedagógica. No entanto, essa “técnica” está ficando escassa em sala de aula, ora por não se acreditar em seu benefício, ora pela falta de tempo e preocupação em cumprir com o cronograma escolar. O diálogo é democrático, englobando-se em todos os conteúdos, inclusive no que tange aos temas transversais, os quais estão cada vez mais difíceis de se aplicar. Dentre os temas, a questão do alcoolismo se faz pertinente, à medida que se observa que jovens cachoeirenses estão fazendo o uso indiscriminado da bebida. Uma forma de se averiguar se eles conhecem os malefícios do uso abusivo do álcool é realizar um levantamento do que eles sabem sobre o assunto, e o melhor lugar para isso, é o ambiente escolar. Os livros didáticos pouco esclarecem sobre o assunto. Cabe ao docente realizar um trabalho de observação, averiguando os dados descritos pelos alunos e propondo uma possível solução para a amenizar o problema. Muitos não veem o diálogo de forma positiva, justificando que “falar não resolve”, mas o diálogo não deverá ser algo imposto e acabado, e sim, uma construção de um conceito que deverá ser pensado e repensado ao longo da vida. O diálogo dá autonomia para se refletir qual é o melhor caminho a seguir e não a heteronomia, no qual por conveniência deve-se concordar ou se discordar de uma questão. A escola é o melhor ambiente para a formação de cidadãos autônomos e o docente tem o dever de mediar o melhor caminho para isso. O objetivo deste trabalho foi demonstrar de que forma o diálogo pode ser eficaz no que diz respeito na abordagem da prevenção ao uso do álcool em adolescentes em Cachoeiras de Macacu e a verificação do diálogo como estratégia de ensino sobre a história do álcool, sua composição, fabricação, efeitos desde a sua ingestão até a sua excreção e retirada de dúvidas pertinentes durante o diálogo. Para que se demonstrasse a eficácia quanto ao uso do diálogo um questionário foi realizado com turmas do primeiro ao terceiro ano do Ensino Médio da Escola Estadual Quintino Bocaiuva do período noturno, localizada no município de Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de janeiro, nos dias sete e quatorze de março de 2013. Foram escolhidas turmas mais habituadas a ficarem distantes dos docentes, com pouca interação entre aluno e professor, com o total de 52 alunos participantes. Após a análise do questionário, dados foram levantados a fim de serem discutidos em sala no dia 27 de março de 2013. Devido a anamnese realizada nas turmas a melhor metodologia a ser aplicada foi a utilização de uma réplica de esqueleto humano para o auxílio das discussões dos efeitos do álcool no organismo humano, além de abordar os efeitos sociais, externos e a influência da mídia quanto o assunto abordado. O que foi visto é que mesmo em turmas no qual o diálogo não se fazia presente, a abordagem foi muito bem recebida, com a participação e interação da maioria e avaliação positiva por parte dos alunos participantes. Fica claro, portanto, que o diálogo pode ser mais uma ferramenta eficaz usada pelo docente para abordagem de temas tanto curriculares quanto transversais, possibilitando aulas mais dinâmicas, descontraídas, prazerosas, contribuindo assim para a melhoria do processo de ensino- aprendizagem.

Palavras-chave: diálogo, uso abusivo do álcool, reflexão.

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O ensino integrado dos temas de Biologia: seleção de atividades na literatura que contemplem a desfragmentação dos conteúdos das aulas dos três anos do Ensino Médio

RESUMO

Vivemos em uma sociedade que a cada dia exige do cidadão a capacidade de lidar com suas emoções, de solucionar acontecimentos corriqueiros. A escola se tornou um ótimo ambiente para os alunos construírem seus conhecimentos, para buscarem a maturidade na resolução de problemas e para buscar soluções e justificativas no entendimento dos fenômenos que os cercam. A disciplina de Biologia, no contexto escolar, apresenta diversos temas de difícil entendimento para os alunos sendo necessárias estratégias de ensino que favoreçam uma aprendizagem significativa, no sentido de reverter o quadro de transferência de conhecimentos mecânicos, ou seja, conhecimentos prontos construídos pelo professor, para uma pedagogia que favoreça a integração dos saberes em prol de um conhecimento que possa ser aplicado no cotidiano do aluno e que seja de autoria dele. Partindo-se desse princípio, alunos que entendem verdadeiramente o conteúdo e constroem conhecimento são favorecidos em sua comunidade e em sua vida por se tornarem capacitados para atender a demanda desse mundo globalizado. Para que o aprendizado seja significativo, o professor deve usar técnicas apropriadas que estimulem a turma no todo e individualmente. Para ter essa consciência o professor deve conhecer teorias que favorecem a construção do conhecimento, como a neurociência que explica os princípios neurológicos individuais dos alunos durante a aprendizagem, deve ter uma visão mais holística sobre sua turma no sentido da aprendizagem coletiva e individual, deve trabalhar a inteligência emocional de seus alunos e valorizar os conhecimentos prévios. Reconhecendo a tendência pedagógica atual e as técnicas de outras tendências, o professor é capaz de transformar o tradicional e adequá-lo a realidade histórica, cultural e socioeconômica de seus alunos e selecionar atividades e técnicas que favoreçam o crescimento intelectual e emocional. Para demonstrar a necessidade de tais mudanças, foram selecionadas sugestões de atividades sobre diferentes temas, tendo como base o currículo mínimo para o ensino médio, onde é possível trabalhar a integração dos temas de biologia e ao mesmo tempo relacionar os conteúdos a serem trabalhados com outras disciplinas. Tendo como base algumas teorias que podem melhorar a qualidade da aprendizagem, levar-se-á em conta a complexidade do aluno na construção do conhecimento priorizando a integração do racional e o emocional.

Palavras-chave: Aprendizagem significativa, ensino e aprendizagem de biologia, técnicas motivadoras de ensino, currículo mínimo.

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3 respostas para Monografias – Biologia

  1. Sheila disse:

    Boa postagem! Ajuda muito em saber como se monta uma monografia!

  2. Maria disse:

    Muito interessante! As monografias ilustram a capacidade de seus autores.

  3. Monika Fodor disse:

    Muito obrigada. Com certeza vai me ajudar a montar a minha monografia na parte de normas de apresentação.

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